Os cuidados que o usuário deve ter
e as vantagens desta tecnologia
Quando você acessa o site do banco em que
é correntista, já sentiu aquela
insegurança em desconfiar de que alguém
também pode obter as suas informações
particulares como senha ou o número do
CPF? Certamente a resposta é positiva,
não é mesmo? Desde que o Internet
Banking surgiu, muito tem-se discutido sobre a
segurança que estes sites proporcionam
ao usuário.
A comodidade que a tecnologia oferece é
notória, afinal você pode ficar livre
das intermináveis filas de bancos e fazer
transações como transferências,
pagamentos, conferir extratos e saldos, de pijama
sem sair de casa Mas e a confiança de que
nenhuma informação será repassada
a terceiros? O site é mesmo seguro? Como
ter essa garantia? São perguntas que, certamente,
você já se fez um dia.
De acordo com a Cartilha de Segurança
para Internet, divulgada pelo Comitê Gestor
da Internet no Brasil, "normalmente, não
é uma tarefa simples atacar e fraudar dados
em um servidor de uma instituição
bancária ou comercial". O que facilita
a fraude é o descuido do usuário.
Por isso, é importante que, ao acessar
o site, você fique atento a uma série
de recomendações.
Uma delas é certificar se a conexão
é criptografada (segura). Você pode
verificar esse dado de duas formas. A primeira
é na janela do browser, no local onde o
endereço do site é digitado. O endereço
deve começar com https:// (diferente do
http:// nas conexões normais), onde o "s"
antes do sinal de dois-pontos indica que o endereço
em questão é de um site com conexão
segura e, portanto, os dados serão criptografados
antes de serem enviados. (Veja a figura abaixo)

A segunda forma para verificar se a conexão
é segura é o desenho que fica logo
abaixo na tela. O mais adotado nos browsers recentes
é de um "cadeado fechado". Se
o cadeado estiver aberto, a conexão não
é segura. (Veja a figura abaixo).

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